Antes de partilharmos o artigo, importa enquadrar um tema central para o presente e o futuro do setor.
A Intermediação de Crédito assume, hoje, um papel indispensável no equilíbrio entre bancos e consumidores, promovendo decisões mais informadas, maior transparência e uma concorrência mais saudável. No entanto, para continuar a cumprir esta função de forma eficaz, o setor precisa de reconhecer os seus desafios e evoluir.
Neste artigo, são abordadas questões estruturais como a necessidade de harmonização efetiva das FINE’s, a clarificação da atividade de angariação e referenciação, o impacto da eventual obrigatoriedade de apresentação de cinco propostas e a importância de uma formação contínua exigente e coerente para os profissionais do setor.
Trata-se de uma reflexão sobre como a regulação pode, e deve, caminhar lado a lado com a prática, valorizando quem cumpre, reforçando a confiança dos consumidores e promovendo um mercado mais equilibrado, transparente e eficiente.
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