O Banco Central Europeu (BCE) apresentou recentemente um novo pacote de propostas com impacto direto na forma como a banca europeia é regulada e supervisionada.
Num momento em que a estabilidade financeira já não se mede pela quantidade de regras, mas pela sua clareza e proporcionalidade, este debate torna-se particularmente relevante para o futuro do financiamento da economia, da competitividade europeia e do papel das instituições financeiras.
Sobre este tema, partilhamos o artigo de opinião de Tiago Vilaça, Presidente da ANICA, onde analisa de forma crítica e construtiva este novo enquadramento proposto pelo BCE e os desafios da sua implementação.
“A simplificação das regras pode libertar recursos, reduzir custos administrativos e permitir que os bancos cumpram de forma mais eficaz a sua função essencial de financiar empresas e famílias.”, afirma Tiago Vilaça.
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